sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Isto é de outro mundo

É incrível, realmente incrível.
Onde está o "bom" comportamento? O respeito pelas outras pessoas? Será que não conseguem?
Deveriam tê-lo todos os dias, sem duvida, mas bolas, nem nos dias de festa, se conseguem comportar como pessoas normais? Isto é de outro mundo. Desde pequena que sempre dei muito valor aquelas datas que supostamente é para juntar a família e matar saudades daqueles familiares menos chegados, como por exemplo no Natal, e graças a vocês o Natal para mim, é um dia como outro qualquer. Obrigada. É triste dizê-lo, mas sim perdi o interesse com o passar do tempo. Felizmente ainda não cheguei ao ponto de dizer que não gosto do Natal, mas já estive mais longe de o fazer, oh se estive. Para mim é realmente uma data indiferente e se não fosse este alvoroço todo de comprar presentes para uns e para outros, enfeitar a árvore, coisa que quando era pequenina adorava fazer, e que agora dispenso por completo, provavelmente nem me lembraria dessa época, ir me ia passar completamente despercebida. Nesta casa já não há espírito de nada, cada dia que passa, é só mais um, é só mais um dia em que nos vamos ter de aturar uns aos outros. O tempo passa e estamos cada vez mais saturados uns dos outros, completamente fartos. Ora vejamos, que dia é hoje? Dia 31, ou seja, Passagem de Ano, e aqui estou eu, imagine-se onde? No meu quarto, óbvio. Sentada na minha tão confortável cadeira branca, no computador, a libertar mais um desabafo para o meu blogue. A televisão à horas que estava ligada e eu nem olhava para lá, então decidi desliga-la. Hoje só me apetece deitar a cabeça na almofada e dormir. A Passagem de Ano para mim só voltará a ter realmente significado quando a puder passar longe de vocês e com os meus amigos, aí sim, até lá, vou continuar no meu quarto, a ouvir música, como se fosse um dia completamente normal, e a tentar abstrair-me dos vossos gritos na cozinha, a discutirem que nem uns loucos!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Ideias fixas

Tudo o que escrevo é o reflexo das minhas opiniões, das minhas vivências ou experiências e não me preocupo com as discordâncias e muito menos com as criticas, principalmente com criticas que de construtivas, não têm nada. Cada um tem a sua opinião, e eu não sou excepção. Não me acanho nem me calo perante ninguém, infelizmente há pessoas que não sabem respeitar a opinião dos outros, e que são muito mal formadas, mas quanto a isso não posso fazer nada. Nunca escrevi aqui, no meu blogue, nada deselegante, ao ponto de ferir susceptibilidades, e garanto que no dia em que isso acontecer, irei pedir desculpa a cada uma das pessoas que se sentirem afectadas com algo que eu tenha aqui escrito. Ainda assim, mesmo que isso aconteça nunca terei medo de expor as minhas ideias, e levo-as a avante contra tudo e contra todos, usando cada um dos meus argumentos e toda a minha expressividade.

Eles, nós

«Eles não se entendiam, raramente concordavam em algo, chateavam-se sempre e desafiavam-se todos os dias. Mas, apesar de todas as diferenças tinham algo em comum: eram loucos um pelo outro.»

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

BON JOVI

«UM DIA, VOU ESTAR NA PRIMEIRA FILA, E VOU FICAR SEM VOZ DE TANTO CANTAR, ACREDITEM»

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Perdidos

Escrever, é o meu modo de reflectir sobre os meu sentimentos. Mais uma vez não sei onde me encontro neste momento, por mais perguntas que faça não consigo encontrar as respostas, talvez as tenhas levado contigo para esse tal sítio onde te encontras, que me é totalmente desconhecido. Por mais que eu tente entrar nele, perceber a tua forma de pensar e de viver, e saber a tua forma infantil com que lidas com os problemas ainda me sinto mais perdida e confusa. Já deveria saber que não deveríamos forçar os outros a sentir o que gostávamos que sentissem por nós, e eu sinto que não te obriguei a nada, amaste-me por tua livre e espontânea vontade, e sei que me deste uma parte de ti. Essa tua parte que me foi oferecida, esta tão bem guardada num determinado local do meu coração, não porque eu assim o quisesse, mas porque tu ainda não a pediste de volta. Estás incompleto, falta-te a tua parte que ainda, por breves tempos me pertence, e eu incompleta estou também, porque sei que há uma parte minha que ainda se encontra contigo. Talvez tu estejas perdido também, e não saibas onde te encontras. Mas eu sempre te pedi que me seguisses, que nunca me largasses a mão e que confiasses nas minhas intuições, e sempre jurei que nos levariam para um local onde nos sentiríamos completos. E sabes desde sempre que juras sem sentimento e convicção, eu não as faço.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

É difícil

Os pés estão completamente gelados. As mãos e a ponta do nariz também estavam, mas aqueceram depois de uma bela caneca de chá de limão, que a minha mãe fez e me obrigou a beber mesmo sabendo que não gosto lá muito de chá, argumentando que estou à mais de três semanas constipada porque me agasalho mal e porque estou com uma voz a que eu chamo voz de «bagaço» ou seja, super rouca, quase sem voz e que nem um mega-fone me safava e me ajudava a fazer com que as pessoas ouvissem o meu coração que me está quase a saltar pela boca. Isto foi só um aparte para que possam perceber em que circunstâncias me encontro enquanto escrevo, e estou para aqui a escrever e a escrever, a engonhar, e a engonhar, sem dizer o que realmente quero. Talvez porque sei que na verdade não o devesse dizer, não devesse voltar ao assunto. Já passaram alguns meses e ainda amo com todo o sentido da palavra, como no primeiro dia. É difícil, é difícil dedicar-te palavras quando os gestos falaram tão alto. Quando os dias gritam cá dentro. Quando as noites apelam à saudade. Quando os momentos preenchem a memória e fazem ansiar por mais. Quando o passado se visita com um sorriso. Quando o presente se abandona com uma lágrima e quando o futuro se vê à distância de um amanhã. Sim, é difícil apelar-te palavras. Quando as horas se deixam embalar por palpitações recorrentes. Quando os minutos se entregam aos pensamentos que são tão presos como soltos, que são tão bonitos capazes de fazer renascer como completamente medonhos e capazes de destruir de novo. Quando os segundos se completam de empatia. Sim, é difícil oferecer-te palavras. Quando os meses se caracterizam por músicas, fotos e meras recordações. Por horas a relembrar sorrisos, abraços, e pequenas e simples palavras que me enchiam o coração. Por brilhos de olhares e corações inquietos. Por respirações apaixonadas e um desejo indeterminado. Por corpos irrequietos e espíritos desassossegados. Sim, é difícil consagrar-te palavras. Quando são muitas as memórias. Muitos os momentos. Incontáveis e nada duvidosos os sentimentos e infindáveis as emoções. Quando são algumas as incertezas e mais as certezas. Quando são menos as contrariedades e contradições e mais as concordâncias e os benefícios. E é melhor ficar-me por aqui. Faz-me mal falar sobre isto porque sei que as coisas vão ficar tal e qual como estão. Aliás, como simplesmente não estão.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

É um abre olhos

É tão decadente. É tão ridículo. É extremamente absurdo como é que as pessoas não conseguem levantar a cabeça, e ver para além do óbvio. Como é que as pessoas se deixam chegar a um ponto de limitação tão grande. Convido todos a parar com o que estão a fazer por breves instantes, a olharem à vossa volta e reflectir sobre algumas atitudes, tudo tem uma razão de ser, algumas palavras e sobre o seu significado, nomeadamente: «frieza» e «arrogância»
Isto má friend? Isto é um abre olhos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

3º Homem Da Minha Vida

Não vale a pena dizer o teu nome - Meu Homem

O que tu me dás, mais ninguém dá.
Conheço-te de trás para a frente, de frente para trás, tal como tu a mim, sabes todos os meus segredos, todos os meus medos, todos os meus sonhos e sentimentos. Sei que percebes e que entendes as minhas escolhas e as minhas atitudes, tal como como eu entendo as tuas. Sei também que permanecemos intactos e que vamos gostar um do outro, sempre. Fazemos parte da vida um do outro à muito tempo, e por mais pessoas que possam surgir nas nossas vidas, ninguém nos tirará a ideia deste amor. O teu lugar no meu coração será sempre teu, e ninguém o ocupará. De longe foste o grande amor da minha vida e sem duvida o melhor capítulo até agora.  Foi contigo que imaginei o meu futuro, que imaginei uma vida em conjunto. Foi contigo que me imaginei a partilhar uma casa. Foi contigo que imaginei, e que desejei criar uma família, a nossa família. Imaginava tu a dizeres aos nossos filhos para serem do Benfica, e eu de trombas a dizer que só fazia o jantar se eles fossem do Sporting, senão ninguém comia naquela casa. Imaginava a partilhar a minha vida contigo até aos restos dos meus dias, até sermos velhinhos, é verdade. Passar-mos na rua de mão dada e um casal jovem a dizer um para o outro: «Que casal de velhinhos tão querido. Promete que um dia vamos ser assim» Agora talvez não mas um dia vais perceber que sem mim nada é a mesma coisa, e que comigo tudo é diferente. Prometo aqui perante todas as pessoas na qual os seus olhos estão especados a ler este simples desabafo que nunca virarei as costas ao meu passado, que nunca virarei a costas à nossa história. Já passaram dias, semanas, meses e cá dentro tu continuas a ser o que sempre foste, o único que dá um verdadeiro sentido à palavra amor. 
Dava a minha vida por ti sem pensar duas vezes.
Amo-te, por e simplesmente isso.

2º Homem Da Minha Vida

Marco Rafael de Almeida Silva - Meu Irmão 

Não tenho simplesmente palavras.
És das maiores razões pela qual eu me tenho mantido em pé e sempre firme. És tu que mereces um sorriso meu todos os dias, devo-te isso. Abdico de tudo por ti se for preciso, és o meu grande objectivo. Sei que precisas de mim mais que ninguém, sei também que às vezes não te dou a atenção que mereces, que precisas, e culpo-me imenso por isso. És o meu «menino», aquele que eu nunca deixarei para trás, que vou sempre proteger de tudo e de todos, que vou sempre defender contra tudo e contra todos. Nunca tive vergonha de ti como muitas pessoas já o disseram. És sangue do meu sangue, e eu gosto tanto de ti como de mim. Prometo aqui perante todas as pessoas na qual os seus olhos estão especados a ler este simples desabafo que um dia eu vou dar-te tudo o que mereces, que vamos ser muito felizes, mais felizes, que um dia mais tarde quando tiver uma vida em conjunto com outra pessoa tu és das poucas pessoas que terá uma palavra a dar, a pessoa que eu escolher para partilhar a minha vida, por mais que eu a ame se ela não te aceitar, também não a vou aceitar, porque acima de tudo estás tu, o teu bem-estar, e a tua felicidade.
Dava a minha vida por ti sem pensar duas vezes.
Amo-te, por e simplesmente isso.

domingo, 21 de novembro de 2010

1º Homem Da Minha Vida

Custódio Augusto Silva - Meu Pai

És sem duvida alguma o homem da minha vida.
A nossa relação não tem qualquer explicação. Desde sempre foste apaixonado por mim e até havia quem tivesse ... inveja não digo, mas ciumes, sim, ciumes do nosso amor é a expressão mais correcta, foste maluco, completamente louco por mim, sempre fui a menina dos teus olhos, o teu orgulho. A avó ainda hoje o diz muitas vezes. Sempre te vi como um exemplo a seguir, sempre te vi como um ídolo. Mas a vida deu e continua a dar muitas voltas. Olho para nós «hoje» , e já nem nos reconheço. O orgulho passou a mágoa, o sorriso passou a lágrimas, trocámos as palavras pelo silêncio e o abraço por um simples olhar vazio. Desculpa-me por tudo. Mas tu não consegues perceber que já não sou a menina pequenina de franjinha com uns lindos olhos azuis e grandes, sempre a rir, e a correr de um lado para o outro. Hoje sou uma mulher, uma grande mulher (para ti talvez não) de cabelo curto, com uns lindos olhos verdes e grandes, que trocou o seu sorriso pela sua arrogância e pela sua frieza, e que com isso conseguiu construir o muro que hoje existe a proteger o seu coração. Hoje felizmente, ou infelizmente, para ser sincera, não sei, o teu silêncio já não magoa Pai, o teu distanciamento já não é insuportável. Sei que para ti não valho nada, que nunca vou conseguir ser ninguém na vida, que um dia quando eu precisar tu não vais estar cá e vais fazer-me pagar por tudo o que já te fiz com a tua ausência. Para uma pessoa normal seria motivo de preocupação, mas para mim, não. Pelo simples facto de que um dia eu te irei mostrar o que valho, aliás, que sempre valho alguma coisa, muito mais do que tu possas imaginar, que serei uma grande mulher, que vou conseguir vingar na vida em todos os aspectos. Prometo aqui perante todas as pessoas na qual os seus olhos estão especados a ler este simples desabafo que nunca, mas nunca te irei pedir nada, irei lutar e lutar com todas as minhas forças, que é essa a imagem que eu tenho de ti, um Lutador com um L muito Grande. E triste irás ficar quando te aperceberes que eu consegui sempre tudo o que quis, sem ti, de uma certa forma.
Dava a minha vida por ti sem pensar duas vezes.
Amo-te, por e simplesmente isso.

domingo, 14 de novembro de 2010

Meros planos, meros sonhos

Quero tudo, quero tudo o que sempre idealizei, quero tudo com que sempre sonhei, e ainda sonho. Talvez queira tudo a que tenha direito, tudo o que mereço. Dou por mim a pensar no imaginável. A fazer planos, planos e mais planos para o meu futuro, o que quero e não quero fazer e até mesmo ser, todos os dias da minha vida. Se calhar não os deveria fazer. Talvez pense de mais. A toda a hora me pergunto a mim mesma o porquê disto tudo, o porquê de não conseguir parar de especular sobre o que serei ou o que farei daqui a uns anos. Quem sabe se amanhã estarei viva? Ninguém! Outra coisa que me faz bastante confusão é: se os planos são meus, se sou eu que os planeio até ao mais meticuloso pormenor, se são sonhos meus, porque é que à sempre um outro alguém que entra neles? Há sempre aquela pessoa que surge em qualquer passo que eu dê, sempre. E aí os planos deixam de ser meus, e passam a ser nossos. Os nossos planos. Não soa tão bem? Não sabe tão bem acordar e ter para quem viver? Sabe mesmo. Mas um dia acordo, e percebo que tudo não passa de planos, meros planos, meros sonhos. E daí vem a tão verdadeira frase: "Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas ... O tempo passa ... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torna-los reais!" simplesmente isso.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Perguntas

Estou cansada, bastante engripada, tanto como confusa com tudo o que se passa à minha volta. Os meus dedos apenas deslizam sobre as teclas do teclado do meu computador preto que à alguns anos me acompanha e que não é tão antiquado assim. Já não sei o que fazer, já não sei o que dizer, já nem sequer sei o que pensar. Mas está tudo louco? Porque é que as pessoas teimam em rejeitar algo ou alguém que sentem falta? Não percebo, não encontro nenhuma explicação. Dou voltas e voltas à minha cabeça, perco horas e horas a pensar simplesmente nisto, e? Nada, não chego a conclusão nenhuma, talvez seja ignorante o suficiente, ou talvez não. Acabo por me perder e achar no meio de todos os meus pensamentos que preenchem o meu dia por completo. Pergunto-me bastantes vezes se algum dia obterei alguma resposta, não só a esta pergunta, como a todas as outras (..)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

«04.10.2009» 4 é 4, e será SEMPRE 4!

Os olhares arrogantes um para o outro, que causavam um clima estranho entre nós e que todos se apercebiam; os pequenos primeiros sinais de afecto, os toques na perna, os sorrisos; as trocas de mensagens e as conversas no msn; quando me começas-te a chamar de princesa, que sp soubeste que eu amava; a proximidade que começou a haver entre nós, amor de irmãos; o apoio, a dedicação e a preocupação que tínhamos um c o outro; o sentimento a aumentar de dia para dia e já ñ conseguíamos disfarçar a vontade que tínhamos em estarmos juntos; desde ires buscar-me à escola até irmos os dois buscar a nossa princesa ao ATL; o nosso "i" e o beijinho no dente; os teus jogos de futebol em que eu estive presente; a tua/minha camisola do pijama; inicio do namoro e tempos difíceis vieram; medos, desconfianças e inseguranças que causou um afastamento da minha parte; tudo o que dizias e fazias para estarmos bem; as coisas já ñ estavam muito bem, dps quando cortei o cabelo pior ficaram; sp pensei que me fosses deixar por isso, mas ñ, e ainda me lembro do que disseste: "deixa-me estar do teu lado nos maus momentos, nos bons todos estão" e a partir desse dia as coisas melhoraram; quando perdi as minhas forças, tu deste-me as tuas, e um obrigada nnc vai chegar; passou um mês, dois meses, três meses, quatro, cinco, seis, sete, oito (..) à medida que o tempo passava, fui tendo a certeza que cada vez gostava mais de ti; partilhámos tudo um c o outro, família, amigos, casas, tudo; a tua casa, o teu sótão, a minha casa; deitados no teu sofá, no meu sofá; o teu quarto, a tua cama, o meu quarto, a minha cama; o que era teu era meu, o que era meu era teu, era NOSSO; e quando estavas a fazer crepes, e eu ñ conseguia parar de olhar para ti?; o banho que tomamos juntos; as camisolas do povoense que adoravas que eu vestisse; os teus boxeres azuis c ursinhos que eu sp amei; O TEU PERFUME INTENSO; a tua mão tatuada no meu corpo e minha no teu; a nossa musica; "podemos acabar mas vamos nos sp amar"; frase tua, frase dita por ti. ( L )
«04.10.2009» 4 é 4, e será SEMPRE 4!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Conselhos (...)

Ele foi um capitulo da tua vida, haverá mais (...) Encara isto não como uma perda, mas como um aprendiz, encara isto não como um fim, mas como um aviso.
Quando tiveres os teus vinte anos, vais olhar para trás e vais-te rir disto, sabes porquê? Porque é lindo, sim senhor, estar apaixonada, mas é inútil a maneira como achamos não sobreviver sem esse homem. Ele dá-te ar? Ele dá-te pão e água? Não, então não precisas dele! Ouve, ouve uma coisa, a próxima vez que te apaixonares, desde o primeiro dia, mete sempre, mas sempre uma coisa na tua cabeça, nem que a repitas para ti mesma todas as noites, mas mentaliza-te sempre "eu gosto dele, mas não preciso dele para ser feliz" SEMPRE! Nós podemos gostar muito de uma pessoa, podemos ama-la, deseja-la, mas em primeiro lugar temos que gostar de nós, temos de nos amar, temos de nos desejar, temos que aprender a ser donas de nós mesmas, senhoras do nosso nariz, merecemos respeito e é coisa que a maior parte deles não o tem por nós. Vais abdicar do teu sorriso por quem te abandonou? Por quem não quis mais ouvir a tua voz? Vais "amarrar o burro" em casa e achar que nada faz sentido sem ele? E a tua família? Os teus amigos? Aqueles que gostam de ti? Achas que não merecem um sorriso teu todos os dias? Hello, acorda! Deita-te na cama e mete em volta tudo o que lhe pertence, o que vos une! Olha, aprecia, toca, chora, berra, grita por ele (...) mete tudo numa caixinha! Agarra num papel e escreve a vossa história, tudo, do inicio ao fim, depois embrulha e mete dentro da caixa! E no fim pensa, achas que ele merece que deixes para trás a tua vida por ele? Se ele realmente merece que molhes a fronha da tua almofada todas as noites? Se merece que ainda lhe procures? NÃO, NÃO MERECE! Mesmo depois de fazeres isto tudo, se ainda achares que ele te merece, acredita que é por simplesmente ainda o amares, e amanhã quando deixares de o sentir, se fizeres algo hoje, vais tatuar um B na testa e um A na barriga. Um B de burra e um A de arrependimento. E é por isso que, por mais que custe, vais pensar em ti a partir desse dia, e vais deitar ao mar a caixa com tudo o que vos unia e com a carta. Quando regressares a casa, vais começar tudo do principio. Deixa que o tempo te leve, deixa o tempo ajudar-te!
SEGUE A TUA VIDA.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Pessoa Certa (...)

A pessoa certa não é a mais inteligente, a que nos jura a paixão maior ou nos diz que nunca se sentiu assim. Nem a que se muda para nossa casa ao fim de três semanas e planeia viagens idílicas ao outro lado do mundo. A pessoa certa é aquela que quer mesmo ficar connosco. Tão simples quanto isso. Às vezes, demasiado simples para as pessoas perceberem. O que transforma um homem vulgar no nosso Príncipe é ele querer ser o homem da nossa vida. E há alguns que ainda querem. Os verdadeiros Príncipes Encantados não têm pressa na conquista, porque como já escolheram com quem querem passar o resto da vida, têm todo o tempo do mundo, levam-nos a comer um prego no prato porque sabem que, no fundo, nos vão levar à Tour d'Argent, ouvem-nos com atenção e carinho porque se querem habituar à música da nossa voz, e entram-nos no coração, bem devagar, respeitando o silêncio das cicatrizes que só o tempo pode apagar. O Príncipe Encantado não é o namorado mais romântico do mundo que nos cobre de beijos, é o homem que nos puxa o lençol para os ombros a meio da noite para não nos constiparmos ou se levanta às três da manha para nos fazer um chá de limão quando estamos com dores de garganta. Não é o que nos compra discos românticos e nos trauteia canções de amor no voice mail, é o que nos ouve falar de tudo, mesmo das coisas menos agradáveis. Não é o que diz "Amo-te", mas o que sente que talvez nos possa amar para sempre. Não é o que passa metade das férias connosco e outra metade com os amigos, é o que passa de vez enquando férias com os amigos...

Eu sabia que este dia, ia chegar (..)

Um dia a maior parte de nós irá separar-se, sentiremos saudades de tudo que vivemos juntos, sentiremos saudade dos choros, dos sorrisos. Um dia cada um de nós seguirá a sua vida, e talvez nos continuaremos a encontrar, quem sabe nas cartas que trocaremos, falar ao telefone e relembrar as coisas que dizíamos e fazíamos, mas nada vai ser igual, vão passando dias, meses, anos e o contacto entre nós ficará mais raro. Um dia iremos mostrar as nossas fotografias aos nossos filhos, e eles irão perguntar "quem são aquelas pessoas?" e nós diremos que eram nossos amigos, e vai doer tanto, mas tanto. Uma lágrima cairá e seguida dessa lágrima vem a frase que tanto nos toca "eram amigos, foi com eles que passei tantos bons anos da minha vida". A saudade vai apertar bem dentro do peito, vai dar vontade de ligar e ouvir aquelas vozes de novo. Iremos reunir-nos para um ultimo adeus de amigo, e entre lágrimas iremos-nos abraçar. Por fim, cada um vai para seu lado para continuar a viver a sua vida isolada do passado.
ESSE DIA CHEGOU!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

CAVALO MATA!

Uma seringa espetada na veia, numa escada à chuva, deitado no chão. Foi assim que te encontraram, morto na rua pela droga irmão. O CAVALO roubou-te a vida, e a mim um grande amigo, e não há nada que eu possa fazer para voltar a estar contigo. Uma overdose foi o teu fim, sempre disseste que ia ser assim, pensava que falavas da boca para fora, até chegar essa maldita hora. O CAVALO MATA!

Míuda (...)

Míuda que presta muita atenção ao pormenor, meticuloso e perfeccionista. Míuda dotada de um carácter forte e determinado. Míuda discreta mas que luta por aquilo que quer! Míuda de inteligência rápida e critica. Míuda que desenvolve a generosidade, a honestidade e a compreensão. Míuda que promove a organização e a responsabilidade. Míuda cheia de qualidades, duas das quais a discrição e a reserva. Míuda que preserva sempre um pouco de si e não se entrega inteiramente! Míuda com os pés bem assentes na terra. Míuda que move corações! Míuda prática, realista, bem organizada, segura e com uma boa dose de descontracção e sensualidade! Míuda que simplesmente quer e faz aquilo que lhe dá vontade de fazer. Míuda que para ela a vida é curta de mais para pensar se deve agir ou não, simplesmente vive e faz as coisas acontecerem, é a única maneira de ser feliz.
MIUDA NÃO IGUALADA.